O Programa Mulher + Segura, desenvolvido pela Prefeitura de Senador Canedo em parceria com a Guarda Civil Municipal (GCM) e o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), celebrou seu primeiro ano de atuação nesta terça-feira (25). Desde seu lançamento, mais de 400 mulheres já foram assistidas pela iniciativa, que visa fortalecer a proteção e o acolhimento de mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade no município.
Criado para ampliar a atuação da GCM na proteção às mulheres, o programa vai além do patrulhamento e da segurança. O trabalho envolve orientação, acompanhamento e encaminhamento para os serviços da rede de proteção, contando com apoio psicológico e atuação conjunta com a Assistência Social, buscando atender às diferentes necessidades das mulheres acompanhadas.
Avanços na proteção das mulheres
Para a coordenadora do programa, Victória Latalizza, o primeiro ano representa um avanço na construção de uma rede de proteção mais próxima e preparada para atender às mulheres. “O Mulher + Segura nasceu com o propósito de proteger, mas entendemos desde o início que segurança também significa acolher, ouvir e oferecer caminhos para que essa mulher consiga romper o ciclo de violência. Por isso, nosso trabalho é feito em conjunto com outras áreas, como a Assistência Social, para que ela não fique desamparada depois do primeiro atendimento”, destacou.
Depoimentos de atendidas
Uma das mulheres assistidas pelo programa, identificada aqui pelo nome fictício Mariana, relatou a importância do acompanhamento recebido: “No começo, eu achava que precisava resolver tudo sozinha. Quando fui atendida, percebi que existiam pessoas preparadas para me orientar e me ajudar. O apoio psicológico e o acompanhamento fizeram muita diferença para mim”, afirmou.
Ao completar um ano, o Mulher + Segura reafirma sua proposta de construir uma rede que não se limita à resposta diante da violência, mas que também atua na prevenção, orientação, acolhimento e reconstrução da autonomia das mulheres.
Com mais de 400 mulheres assistidas e 1.700 atendimentos em seu primeiro ano, o programa amplia a presença da rede de proteção no município e destaca que o enfrentamento à violência contra a mulher depende da atuação conjunta entre segurança, assistência social, atendimento psicológico e demais serviços públicos.






