Festival Internacional de Circo Basileu França traz atrações do Brasil e do Chile a Goiânia

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A Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França realiza a 5ª edição do Festival Internacional de Circo, no Teatro Basileu França, de 25 a 27 de setembro.

A programação reúne companhias convidadas do Brasil e uma do Chile. Além disso, oficinas voltadas à formação técnica de artistas circenses, que ocorrem na Lona de Circo, instalada na Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Goiás (UFG). A entrada dos espetáculos custa R$ 10.

Atrações internacionais e nacionais

A atração internacional, a companhia chilena Ecole Cua, participa tanto da programação de espetáculos quanto da parte formativa. A companhia é focada em palhaçaria, misturando circo, teatro e comicidade para criar universos poéticos que aproximam o público. No dia 26 de setembro, às 19h, ela apresentará a obra “Muhak”. Assim, um espetáculo em formato de duo que explora o afeto, o jogo e a presença cênica.

Na mostra nacional, o público conferirá os trabalhos do Coletivo Corpo Avesso, de Brasília (DF), do artista Elder Kloster, de Curitiba (PR), e da Cia. Apoema, de Campo Grande (MS). O grupo da capital federal atua há seis anos no Distrito Federal. E é dedicado à criação, produção e ensino de acrobacias aéreas (como lira, trapézio e corda lisa) para adultos e crianças. No festival, o Coletivo encena, na abertura, às 19h30, o espetáculo “Corpo Avesso”.

Comédia

O artista curitibano Elder Kloster se apresentará no dia 26, às 14h, com o espetáculo “Tchonsky ao Cubo”. Assim, interpreta três personagens: malabarista, inventor e um exótico “viking gambiarra”, que são alteregos do artista.

A apresentação reúne virtuosidades circenses e manipulação de bonecos, com uma pitada de nostalgia. Kloster começou no stand-up comedy em 2009 e migrou para o circo e a palhaçaria em 2012. Entre seus feitos, destaca-se o prêmio de melhor palhaço no concurso italiano “Smile Clown”, em Nápoles. Assim como a representação brasileira no World Circus Day, em 2021 e 2022.

A terceira atração nacional, a Cia Apoema, exibe, no dia 27, às 16h, o espetáculo “Queda para cima”, que investiga o risco. Assim como o peso e a confiança nas relações humanas. Fundada pela artista Nathália Maluf, a companhia nasceu em 2019 em Londrina (PR) e se mudou em 2022 para Campo Grande (MS). O grupo destaca-se pela pesquisa contínua que une o circo contemporâneo e o teatro, misturando poesia circense, acrobacias de solo e aparelhos aéreos, incluindo tecido, lira, trapézio e cubo.

Espetáculos e oficinas

O Corpo Circense, formado por artistas do Núcleo de Altas Habilidades da Escola de Circo da EFG Basileu França, apresentará no dia 25 de setembro, às 16h, o espetáculo “Por um fio”. No encerramento do festival, no dia 27 de setembro, às 19h, alunos da Formação Inicial Continuada subirão ao palco para a Varieté de Gala, trazendo números diversificados.

Na área formativa, o festival também oferece duas oficinas abertas ao público: a Oficina de Portagem (acrobacia coletiva), ministrada pela Cia Ecole Cua, no dia 25 de setembro, das 9h às 12h. Assim como a Oficina de Segurança no Circo, conduzida por Rogério Fernandes Borges, que será dividida em dois encontros, nas manhãs dos dias 26 e 27 de setembro.

A Escola de Circo é uma das áreas de formação da EFG em Artes Basileu França, instituição ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Bem como gerida pela Universidade Federal de Goiás via Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT-UFG).