Pacientes elogiam reestruturação na urgência e emergência de Goiânia

Compartilhe

Com mais de R$ 1 bilhão em investimentos para 2025, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reestruturou o atendimento de urgência e emergência, ampliando a assistência oferecida aos pacientes em estado grave. A atual gestão aumentou a capacidade de atendimento e reorganizou os serviços em diferentes áreas, abrindo novos leitos para atendimento imediato aos pacientes críticos.

Na rede de urgência e emergência, um dos investimentos foi na reforma e reestruturação das chamadas salas vermelhas, espaços destinados a atender pacientes em estado crítico. Essas salas funcionam como uma unidade de terapia intensiva (UTI) de curto prazo no pronto-socorro, estabilizando o quadro clínico do paciente. Antes da atual gestão, a rede municipal contava com apenas 32 leitos nesses espaços.

A gestão do prefeito Mabel assumiu a saúde da capital enfrentando uma dívida de quase R$ 5 bilhões, uma intervenção estadual e uma rede em colapso. Desde o primeiro dia, Mabel afirmou que a saúde seria tratada com prioridade e prometeu reestruturar a rede. As salas vermelhas das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim América, Chácara do Governador e Novo Mundo, além dos Centros de Atenção Integrada à Saúde (Cais) de Campinas, Finsocial e Cândida de Morais, foram reformadas.

Após a reestruturação da rede, foram abertos cinco novos leitos, ampliando a capacidade para receber pacientes que necessitam de atendimento imediato. A reestruturação incluiu a adição de 12 novos desfibriladores, passando de 16 para 28 equipamentos disponíveis, utilizados para restabelecer o ritmo cardíaco dos pacientes. Os novos desfibriladores, entregues pelo prefeito Sandro Mabel em agosto deste ano, foram distribuídos entre as 11 unidades de urgência e emergência e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), reforçando a estrutura disponível.

Experiência do paciente

A dona de casa Andréia Pereira fez uso do serviço para seu sogro e elogiou o atendimento recebido no Cais Vila Nova. “Meu sogro teve um problema de saúde um pouco mais sério, precisando de urgência. Ele conseguiu atendimento lá no Cais Vila Nova. Lá eles o trataram muito bem, cuidaram bastante dele. O atendimento das meninas foi impecável, foram muito educadas”, relatou.

Andréia também agradeceu a agilidade do Samu na transferência de seu sogro, que necessitou de uma vaga pela Regulação Municipal. “Quando ele precisou de uma vaga em um hospital, o Samu foi muito rápido. Solicitamos a transferência por volta do meio-dia e, às 13h30, ele já estava no hospital. Fico muito grata porque, em um momento tão delicado, a gente precisa de agilidade, paciência e cuidado”, afirmou.

Melhoria na assistência

Um exemplo dessa reestruturação é o Cais Cândida de Morais, que teve sua sala vermelha reformada e passou de dois para três leitos totalmente equipados. O espaço recebeu novos equipamentos, como desfibrilador, ventilador mecânico de transporte, monitor multiparamétrico, bomba de infusão, macas e colchões, além de melhorias na iluminação, instalação elétrica, climatização e bancadas.

Responsável pela sala vermelha da unidade, o médico Rodrigo Amorim destaca que as melhorias refletem diretamente na assistência. “A população vai se beneficiar muito. Antes, demorava porque não tinha espaço e, às vezes, faltava uma bomba de infusão ou um monitor cardíaco. Agora, com a reforma, o atendimento será muito melhor para o paciente que precisa desse atendimento”, afirmou.