Argentina e Espanha disputam hoje prêmio recorde de US$ 50 milhões na final da Copa do Mundo de 2026

Além do título mundial, campeão da decisão deste domingo embolsará cerca de R$ 278 milhões, maior premiação da história da competição

Foto: Getty Images

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A Copa do Mundo de 2026 chega ao fim neste domingo (19/07) com um prêmio histórico em disputa. Além da taça, Argentina e Espanha entram em campo para decidir quem ficará com a premiação recorde de US$ 50 milhões (cerca de R$ 278 milhões), o maior valor já pago pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) ao campeão de um Mundial.

A decisão marca o encerramento da primeira Copa do Mundo com 48 seleções, formato que também elevou significativamente a distribuição de recursos entre as equipes participantes. Ao todo, a FIFA destinou mais de US$ 655 milhões em premiações esportivas, além de verbas para a preparação das seleções classificadas.

Quem terminar com o vice-campeonato receberá US$ 33 milhões. A Inglaterra, que venceu a França na disputa do terceiro lugar realizada neste sábado (18/07), garantiu US$ 29 milhões. Além disso, a seleção francesa, quarta colocada, ficou com US$ 27 milhões.

As equipes eliminadas nas quartas de final receberam US$ 19 milhões cada, enquanto as eliminadas nas oitavas de final tiveram direito a US$ 15 milhões. Já as seleções que caíram na fase de 32 receberam US$ 11 milhões. Aquelas que encerraram a participação ainda na fase de grupos ficaram com US$ 9 milhões.

O aumento da premiação acompanha a expansão do torneio e a expectativa de receitas recordes para a entidade máxima do futebol. Conforme a FIFA, a estimativa é arrecadar cerca de US$ 15 bilhões com a Copa do Mundo de 2026. A receita é impulsionada pelos direitos de transmissão, patrocínios, venda de ingressos e programas de hospitalidade.

Com isso, além de definir a melhor seleção do mundo, a final entre Argentina e Espanha também colocará em jogo a maior recompensa financeira já oferecida ao campeão de uma Copa do Mundo.