A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) deu início ao mapeamento de novas áreas públicas para expandir o Projeto Florescer, uma iniciativa que transforma canteiros, rotatórias, praças e outros espaços da cidade com o plantio de flores. Atualmente, mais de 35 locais já integram o projeto, e a meta é alcançar 300 pontos em diferentes regiões de Goiânia até o final de 2027.
A expansão do projeto considera locais descentralizados, com potencial para intervenções paisagísticas e que tenham condições adequadas para o desenvolvimento das espécies vegetais. O objetivo é distribuir os pontos de maneira estratégica por toda a cidade, ampliando a presença de flores.
Entre os locais que já receberam o Projeto Florescer estão a Praça Ciro Lisita, no Setor Coimbra; as praças Léo Lynce e Tamandaré, no Setor Oeste; as avenidas Deputado Jamel Cecílio e Fued José Sebba; e a Praça Wilson Sales, no Setor Nova Suíça.
Novos pontos entram no mapeamento
Como parte da expansão, a Comurg já identificou novos endereços que poderão receber o projeto. Estão entre eles áreas na Rua H-1 com Rua Abel Chaveiro, no Residencial Santo Hilário; Rua RSL-13 com Rua 11, no Residencial São Leopoldo; e diversos cruzamentos da Avenida Anápolis, abrangendo regiões como Vila Pedroso, Residencial Sonho Dourado e Jardim Aroeiras.
As espécies utilizadas no Projeto Florescer são armazenadas no Viveiro da Comurg e escolhidas com base em critérios técnicos, levando em conta a adaptação ao clima local e a resistência às características do Centro-Oeste. Entre as espécies selecionadas estão sálvias, tagetes e cravos, conhecidas por sua floração intensa, longa duração e bom desempenho em áreas com grande incidência solar.
Segundo o presidente da Companhia, Cleber Aparecido Santos, o projeto não só amplia a presença de flores em Goiânia, como também demanda um cronograma específico de cuidados. A Companhia monitora continuamente as condições das plantas e realiza o acompanhamento fitossanitário dos canteiros para diagnosticar e implementar as intervenções necessárias no tempo certo. “Algumas espécies precisam, por exemplo, de podas para reduzir a área foliar e a perda de água por transpiração”, explicou o presidente da Comurg.
Paisagismo e bem-estar
Além de valorizar a paisagem, o projeto contribui para criar espaços públicos mais agradáveis para moradores e visitantes. A presença de flores favorece também a biodiversidade urbana, oferecendo recursos essenciais para polinizadores.
“É uma iniciativa para proporcionar uma cidade mais acolhedora, agradável e visualmente atrativa para moradores e visitantes. A presença de flores amplia a sensação de bem-estar, reduz o estresse e contribui para o conforto térmico da cidade”, destaca o presidente.





