Pirenópolis receberá o Fluir Festival na véspera do feriado de 12 de outubro

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Uma verdadeira celebração à música brasileira na charmosa cidade de Pirenópolis. O Fluir Festival colocará o Centro-Oeste no mapa dos grandes festivais nos dias 10 e 11 de outubro, véspera do feriado da Nossa Senhora Aparecida – padroeira do País (segunda, 12/10).

O palco será montado no Módulo Esportivo, próximo ao aeroporto da cidade, para receber alguns dos maiores nomes da cena musical do país, como Gloria Groove, Seu Jorge, Baianasystem e Marcelo D2. Além dos artistas locais, o festival contará também com DJs e uma Vila Gastronômica com mais de 20 estandes, fortalecendo assim a economia criativa, o turismo e o legado cultural do Estado de Goiás.

O festival, que conectará artistas, público e marcas, iniciou a pré-venda dos seus passaportes no site https://www.ingresseiro.com.br/eventos/fluir-festival, com valores promocionais a partir de R$ 180,00. A ação é uma realização da Fluir Experiências (dos empresários Gabrielle Carvalho e Bruno Ribeiro, que já promoveram o “TIM Music Goiás” na capital em 2024), assim como do Piri Lounge (de Marcus Bruno Molinari e Eduardo Pacheco, realizadores de diversos eventos em Pirenópolis).

Conceito do festival

O Fluir nasce da resistência da vegetação e do chão do Cerrado. Entre Brasília e Goiânia, onde Pirenópolis guarda serra, nascente e história, o festival encontrará assim raiz antes de encontrar palco. Não será um evento que apenas passa de visita; é um evento que planta.

O coração do Brasil vai florescer com músicas de todos os cantos. No sotaque, no corpo, no jeito de andar e na paisagem que muda a cada estado, a música canta no samba, no rap, no pop, no axé e no groove. Canta em tudo que nasce quando as referências se misturam.

Agora, esse canto ganhará um endereço novo: o Módulo Esportivo, com vista para a Serra dos Pireneus. No coração do país, o Cerrado abrirá espaço para a música brasileira acontecer.

Pirenópolis deixa de ser apenas um destino. É uma cidade que encanta há quase 300 anos, tombada, com casario colonial e festas que atravessam gerações. Onde a Cavalhada enche a rua de história e a fé se torna assim um espetáculo a céu aberto.

Um local onde a tradição nunca foi uma coisa parada; é um rito que se repete, se transforma e continua vivo porque o povo decide continuar contando. Por fim, Pirenópolis se tornará palco de uma história que ainda está para ser contada.