Setembro Amarelo reforça importância de cuidar da saúde mental e valorizar a vida

Campanha incentiva a busca por apoio emocional e destaca caminhos gratuitos de atendimento pelo SUS

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Setembro é marcado por ações que incentivam o cuidado com a saúde mental e a valorização da vida. Durante o mês, campanhas em todo o país chamam a atenção para a importância de falar sobre sentimentos, buscar apoio e procurar atendimento quando o sofrimento começa a interferir na rotina.

A mobilização também destaca a importância de não enfrentar momentos difíceis sozinho. No Brasil, quem precisa de acompanhamento pode encontrar atendimento gratuito pela rede pública de saúde.

SUS oferece atendimento gratuito

O Sistema Único de Saúde (SUS) conta com diferentes serviços para atender pessoas que precisam de apoio psicológico ou psiquiátrico.

A porta de entrada pode ser a Unidade Básica de Saúde (UBS), onde o paciente recebe acolhimento e, quando necessário, pode receber encaminhamento para outros serviços da rede.

Entre eles estão os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que oferecem atendimento especializado e contam com equipes formadas por profissionais de diferentes áreas, como psicologia, psiquiatria, enfermagem e serviço social.

Em situações que exigem atendimento imediato, também é possível procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou um pronto-socorro.

Falar também faz parte do cuidado

Além do atendimento profissional, conversar com pessoas de confiança pode ser um passo importante para quem enfrenta um período de sofrimento emocional. O Centro de Valorização da Vida (CVV) também oferece escuta gratuita pelo telefone 188, 24 horas por dia.

Embora setembro concentre as campanhas de conscientização, o cuidado com a saúde mental não precisa ficar restrito a um único mês. Identificar mudanças de comportamento, respeitar os próprios limites e procurar ajuda quando necessário são atitudes que contribuem para uma vida mais saudável.

A valorização da vida também passa por reconhecer que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas uma forma de cuidado consigo mesmo.