Filho do prefeito de Jequitinhonha é uma das vítimas fatais da queda de avião em BH; terceira morte foi confirmada

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A capital mineira foi palco de uma tragédia aérea na tarde desta segunda-feira, 4 de maio de 2026. Um avião monomotor caiu no bairro Silveira, região Nordeste de Belo Horizonte, atingindo um prédio residencial. Entre as vítimas fatais está Fernando Moreira Souto, de 36 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT).

Fernando Souto era médico veterinário, empresário e considerado o “braço direito” do pai na gestão dos negócios da família e na rotina política. Ele estava sentado no assento do copiloto no momento da queda. Fernando deixa a esposa e dois filhos pequenos.

A Prefeitura de Jequitinhonha decretou luto oficial de três dias, lamentando a “perda irreparável” e prestando solidariedade ao prefeito Nilo Souto e sua família.

O acidente e outras vítimas

A aeronave, um modelo Embraer EMB-721C Sertanejo fabricado em 1979, decolou do Aeroporto da Pampulha às 12h16 com destino a São Paulo, para uma reunião de trabalho. Pouco após a decolagem, o piloto reportou problemas de altitude à torre de controle antes de colidir com a área da escadaria de um edifício na Rua Ilacir Pereira Lima.

  • Vítimas Fatais:
    • Fernando Moreira Souto (36 anos): Empresário e filho do prefeito.
    • Wellington de Oliveira (34 anos): Piloto da aeronave, que também deixou esposa e um filho.
    • Leonardo Berganholi (50 anos): Empresário.
  • Sobreviventes (Feridos):
    • Arthur Schaper Berganholi (25 anos): Filho de Leonardo, resgatado em estado grave.
    • Hemerson Cleiton Almeida Souto (53 anos):

O empresário Leonardo Berganholi, de 50 anos, faleceu nesta segunda-feira (4), após não resistir aos ferimentos da queda do avião monomotor que bateu em um prédio residencial, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

Todos os sobreviventes foram encaminhados ao Hospital João XXIII. Nenhum morador do prédio atingido ficou ferido, embora o imóvel tenha sido evacuado para avaliação estrutural pela Defesa Civil.

Investigação e irregularidades

De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não possuía autorização para realizar táxi aéreo, o que significa que não poderia efetuar transporte comercial de passageiros mediante pagamento.

O CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) já iniciou a coleta de dados e perícia no local para determinar as causas técnicas da falha. Paralelamente, a Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.

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