André Rocha defende reindustrialização e aumento da competitividade da indústria brasileira

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O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, defendeu o fortalecimento da indústria nacional e a ampliação da competitividade das empresas brasileiras durante o encontro “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), na segunda-feira (22/06), em Brasília.

“Um dos grandes desafios da indústria brasileira é reindustrializar o Brasil, melhorar a competitividade e a produtividade das indústrias e das empresas brasileiras”, afirmou.

Debates sobre desenvolvimento econômico

O evento reuniu lideranças do setor produtivo de todo o país e os pré-candidatos à Presidência da República Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro para debater temas relacionados ao desenvolvimento econômico, inovação, infraestrutura, qualificação profissional, segurança jurídica e ambiente de negócios.

Propostas para o futuro da indústria

Na abertura do encontro, o presidente da CNI, Ricardo Alban, apresentou o documento “Construindo o Brasil 2050”, elaborado com contribuições das federações das indústrias e entidades representativas do setor produtivo. O material reúne propostas voltadas ao aumento da produtividade, à ampliação dos investimentos e à melhoria das condições para o crescimento da economia brasileira.

Papel da indústria no desenvolvimento regional

Segundo André Rocha, o fortalecimento da indústria é um dos caminhos para ampliar oportunidades e impulsionar o desenvolvimento regional. “O Brasil precisa crescer, distribuir renda e ampliar oportunidades. A indústria tem papel importante nesse processo porque gera empregos de melhor qualidade, incentiva a capacitação profissional e contribui para o desenvolvimento das regiões”, destacou.

Avanço em cadeias produtivas

Ele também defendeu o avanço de cadeias produtivas ligadas a setores como fertilizantes, insumos farmacêuticos, semicondutores e resinas plásticas. Para ele, ampliar a produção nacional contribui para reduzir a dependência externa e aumentar a competitividade da economia brasileira.

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