“Um dos grandes desafios da indústria brasileira é reindustrializar o Brasil, melhorar a competitividade e a produtividade das indústrias e das empresas brasileiras.” A afirmação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, resume a participação da entidade no encontro A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta segunda-feira (22), em Brasília.
André Rocha participou do evento acompanhado por uma comitiva formada pela superintendência da Fieg, presidentes de conselhos temáticos. Bem como dirigentes sindicais, representantes das áreas técnicas do Sistema Fieg e jovens lideranças industriais ligadas ao movimento Fieg Jovem. O grupo acompanhou discussões sobre desenvolvimento econômico, competitividade, inovação, assim como infraestrutura, qualificação profissional, segurança jurídica e ambiente de negócios.
Compromisso com novas lideranças
A participação dos jovens industriais reforçou o compromisso da entidade com a formação de novas lideranças empresariais e com o envolvimento das futuras gerações nos debates sobre o desenvolvimento da indústria brasileira.
Propostas dos presidenciáveis
Promovido pela CNI, o encontro reuniu lideranças da indústria brasileira e os pré-candidatos à Presidência da República Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Flávio Bolsonaro. Durante a programação, os participantes apresentaram propostas e responderam a questionamentos de representantes do setor produtivo sobre temas considerados prioritários para o desenvolvimento do país.
Na abertura do encontro, o presidente da CNI, Ricardo Alban, apresentou o documento Construindo o Brasil 2050, elaborado com contribuições das federações das indústrias e entidades representativas do setor produtivo. O material reúne propostas voltadas ao aumento da produtividade, à ampliação dos investimentos, bem como à melhoria do ambiente de negócios e ao fortalecimento da indústria brasileira.
Integração e crescimento econômico
De acordo com André Rocha, a integração entre as federações e entidades do Sistema Indústria contribui para ampliar o debate sobre políticas públicas voltadas ao crescimento econômico. “O Brasil precisa crescer, distribuir renda e ampliar oportunidades. A indústria tem papel importante nesse processo porque gera empregos de melhor qualidade. Incentiva a capacitação profissional e contribui para o desenvolvimento das regiões”, assim destacou.
Ele também defendeu o fortalecimento de cadeias produtivas ligadas à produção de fertilizantes, insumos farmacêuticos, semicondutores, resinas plásticas e outros componentes industriais. Mas para ele, ampliar a capacidade produtiva nacional é uma medida importante para aumentar a competitividade da indústria e estimular o desenvolvimento regional.



