A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), convida a população goianiense a aproveitar o período de férias para visitar as exposições em cartaz nos museus municipais.
O Museu de Arte de Goiânia (MAG), localizado no Bosque dos Buritis, e o Museu Frei Confaloni, situado na Antiga Estação Ferroviária, lançam uma programação gratuita que reúne artistas goianos e diversas linguagens das artes visuais. Assim, proporcionando uma valiosa oportunidade de lazer cultural para públicos de todas as idades.
Exposições no Museu de Arte de Goiânia
No MAG, os visitantes podem conferir duas exposições em andamento. A mostra coletiva “Pachamama”, do Ateliê Livre de Gravura, permanece em cartaz até o dia 9 de agosto. Esta exposição reúne obras de 12 artistas que refletiram sobre a terra, a memória afetiva e as conexões entre natureza e existência, utilizando técnicas como xilogravura, gravura em metal, monotipia, colagraph, matrizes orgânicas e livros de artista. Inspirada no conceito andino de “Mãe Terra”, a mostra também dialoga com a obra de Manoel de Barros, valorizar a memória, os quintais e os “achadouros de infância”.
Ainda no MAG, a Sala Ana Maria Pacheco acolhe até 31 de agosto a exposição individual “O que resta e o que sonha”, da artista visual Anna Rita Araújo. A mostra apresenta pinturas em acrílico, aquarelas e cerâmicas produzidas entre 2020 e 2025. Período em que a artista realizou parte de sua pesquisa durante uma residência nos Estados Unidos.
As obras abordam temas como memória, identidade, deslocamento e transformação, tendo o universo floral como elemento central de uma narrativa poética sobre permanência, delicadeza e renovação.
Exposição no Museu Frei Confaloni
O Museu Frei Confaloni recebe, entre 20 de julho e 7 de agosto, a exposição “Da Originalidade ao Sensorial”, da artista plástica Sandri D’Poá. Autodidata, a artista apresenta uma produção contemporânea marcada pela liberdade criativa, experimentação estética e forte expressividade. Utilizando principalmente resina e materiais orgânicos e inorgânicos, suas obras exploram formas, texturas e emoções, proporcionando ao visitante uma experiência sensorial, reflexiva e subjetiva.
Além disso, o museu abriga a exposição permanente Frei Confaloni: Via Sacra, que inclui painéis cronológicos que narram a história de Frei Confaloni. Além disso, o relógio e da Maria Fumaça, símbolos Art Déco que destacam a história da ferrovia em Goiânia.
Para o diretor do MAG, Antônio Da Mata, as exposições representam ricas opções culturais que educam e encantam ao mesmo tempo. “Estamos abertos para receber crianças e adultos para que apreciem a experiência de estar dentro de um museu, como vivência, costume cultural. São lugares públicos; os museus são da comunidade, para a comunidade. Portanto, aproveitem, venham”, convida.




